Esse é o quinto selecionado. Criei uma nomenclatura para meus poemas quando esses se correspondem, assim como teses e antíteses criei poemas e anti-poemas. A seguir vcs lerão o anti-poema de "Gênese do Poema", e poderão perceber que não era um momento muito feliz. Ele é quase niilista, todo constituído em versos brancos:
Aborto Literário
Talvez o papel devesse sempre ficar em branco…
Jamais germinado pela idéia da tinta…
Falsa e etérea é a tinta…
A realidade é o aborto da idéia…
O Branco…
O Nada…
O Silêncio.
Augusto M. dos Anjos
20/04/06 3:30 pm
sábado, 5 de agosto de 2006
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Aeeeeeee!
ResponderExcluirCongrats pelo blog. Te linkarei nos meus e espero o mesmo tratamento hehehe!
abraço
Soooh... agora deu .. eeheheh
ResponderExcluircomo eu jah disse neh kra, mto bons seus posts aih .. eheh
de qndo em qndo eu passo aki pra ler !! então continua escrevendo neh Augusto..ehehe e ve se manda arruma a injeção aih do carro.. ehehe
falooow
Augusto! Caramba, taí um lado da tua personalidade que eu não conhecia: o que escreve poemas. Mas me surpreendi. Tem coisa bem bacana no meio...
ResponderExcluirPrefiro os poemas em que você se libera mais nas idéias e nas formas, até sem rimas. Gostei da Ontologia e do Papel em branco...
Mas, pô! Não analisa o poema pra mim não! hahah
Abraço.