sábado, 5 de agosto de 2006

Concurso de Poesia III

Aqui vai o terceiro poema selecionado para o concurso:


Prosa-poema I

A vida é como um rio turbulento
Que nunca para de jorrar
Que jorra, jorra sem parar
É fluído, é instante, é momento

Incessante, passageiro
O mesmo de antes
E novo por inteiro

E as pedras que do leito esperam eternamente
Vendo o rio passar, fluir, jorrar, sem nunca esgotar,
Parecendo não sair do lugar

Não quero ser uma pedra que vê a vida passar a cada instante sem sair do lugar
Quero ser a gota que desce a corredeira que flui com a corrente da vida a morrer na imensidão do mar.



Augusto M. dos Anjos
25/02/06 8:10 pm
(Concebido à 3h do momento datado, embaixo de uma cachoeira)

Nenhum comentário:

Postar um comentário