(Pieguas, eu sei!)
Olhe o mundo com os olhos de uma criança
Que desde a tenra infância
Não deixa de se fascinar
Não deixa de se apaixonar
Não deixa de se impressionar
Com olhos que tecem em cada coisa
Um olhar critico, misterioso
Que em sua meiga meninice
É tão simples e jocoso
È como a imensidão do mar
Que chega a cativar
Ou o perfume belo de uma flor
Na natureza a mais pura expressão do amor
Como um novo dia a nascer
Ou uma bela estrela a noite a brilhar
Mas, que estou fazendo aqui a me aborrecer
Há um mundo lá fora a se olhar.
Augusto M dos Anjos
07/07/03
2:32
sábado, 15 de setembro de 2007
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