terça-feira, 4 de setembro de 2007

Peregrino da Vida

(outro poema adolescente, esse um pouco mais otimista. Poderão reparar também no final desse poema, o começo do meu hedonismo temporal poético, marcando os minutos da concepção criativa)

Andarilho sem rumo,
Seguidor da multidão,
É com você que eu falo
Pois um dia vai cair de exaustão

De tanto caminhar, caminhar, caminhar
Sem nunca chegar, sem nunca parar
Sem uma razão, para sua missão

Deixe agora a multidão,
Segue teu próprio caminho,
O caminho a que te destina
Vive tua vida, é tua sina

Retira a pedra, remenda
Remenda o sapato
E segue...



Augusto M. dos Anjos
05/03/03
10:41 pm

Nenhum comentário:

Postar um comentário