(outro poema adolescente, esse um pouco mais otimista. Poderão reparar também no final desse poema, o começo do meu hedonismo temporal poético, marcando os minutos da concepção criativa)
Andarilho sem rumo,
Seguidor da multidão,
É com você que eu falo
Pois um dia vai cair de exaustão
De tanto caminhar, caminhar, caminhar
Sem nunca chegar, sem nunca parar
Sem uma razão, para sua missão
Deixe agora a multidão,
Segue teu próprio caminho,
O caminho a que te destina
Vive tua vida, é tua sina
Retira a pedra, remenda
Remenda o sapato
E segue...
Augusto M. dos Anjos
05/03/03
10:41 pm
terça-feira, 4 de setembro de 2007
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